Violência urbana no Brasil

Enviada em 06/10/2021

De acordo com o filósofo Aristóteles, “O homem é um ser social, logo, carece da interação de indivíduos de sua espécie. Em análogo ao exposto, é nítido que as relações sociais é um dos pilares para a construção de uma sociedade harmônica. No entanto, tal expectativa torna-se abalada devido a disseminação de ódio urbana, ocasionada pela desigualdade socioeconômica, além da negligência governamental em assegurar o bem-estar dos brasileiros.

Em primeira análise, deve-se ressaltar que a matrix da violência, encontra-se desdo período de colonização do Brasil, ocorrendo principalmente com os negros, indígenas e pessoas pobres, estes desfavorecidos socialmente. Partindo dessa ótica, percebe-se que tal descriminação perdura até os dias atuais, ocorrendo principalmente nas periferias, no qual, a comunidade é subjulgada pelos órgãos governamentais e exposta a situações alarmantes, como os altos níveis de homicídios, tal fator somado ao crime organizado, falta políticas públicas e precária situação econômica dos brasileiros, contribui para que muito jovens enxerguem no crime uma expectativa de vida melhor. Porém tal, idealização não se concretiza já que é visível, o número de mortes entre fações e o Estado, muitas vezes as “favelas” tornam-se o palco contribuindo na morte de civis inocentes. Resultando para o Brasil o estatus de país que ultrapassou 60 mil mortes no de 2016, segundo o Atlas de Violência de 2018.

Diante desse contexto, é fato que a pobreza e a desigualdade Social são fatores que estimulam a criminalidade e consequêntemente, a violência. Nesse viés, é impresindível a atuação do governo na passificação social. No entanto, tal expectativa não passa de uma utopia, já que, é notório os casos de violência urbana. Logo, percebe-se que a falta de políticas públicas que assegurem a integridade física dos brasileiros, o que implica no desenvolvimento do todo, devido o descaso de certa parte da sociedade que não possuem grandes poderes econômicos, sendo jogados a margem da sociedade.

Portanto, é indubitável que o Estado carece de soluções. Logo, este, junto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, devem reforçar o patrulhamento de policiais nas ruas visando combater o crime organizado e a disseminação de ódio, assegurando a integridade dos cidadões. Ademais, o governo deve desenvolver políticas públicas que visem valorizar a população que reside nas periferias, ofertando melhores centros de saúde, educação, empregos e infraestrutura adequada, a fim, de diminuir com o abismo da desigualdade social e consequentemente a violência. Contudo, é indispensável que o Mistério da educação, por meio de palestras em escolas, busque conscientizar os pequenos sobre os malefícios e desvantagens da disseminação de ódio. Dessa forma, a sociedade estará ciente de suas atitudes, contribuindo de forma passifica para convívio social.