Violência urbana no Brasil
Enviada em 10/08/2021
A obra " O triste fim de Policarpo Quaresma", de Lima Barreto, tem como característica mais marcante seu nacionalismo ufanista, acreditando em um país útopico. Nessa perspectiva, o problema associado a violência urbano no Brasil torna o país ainda mais distante do imaginado pelo sonhador personagem. Portanto, fatores como a desigualdade social e a intolerância racial favorecem o agravamento desse impasse no país.
Em primeira análise, vale ressaltar que a desigualdade social muito presente na sociedade contemporânea, desfavorece soluções a cerca do combate a violência urbana. Prova disso, pesquisas feitas pela “Pnud” (Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento), revelam que o Brasil é o sétimo país mais desigual do mundo, evidenciando o quanto o país sofre com esse obstáculo. Dessa maneira, essa desigualdade gera agressões urbanas por diferentes classes sociais.
Ademais, a falta de respeito que há pelas raças no Brasil não é de hoje, e atualmente o progresso dessa intolerância vem se mostrando alarmantes. Pesquisas feitas pelo “G1”, mostra que das 1.824 mortes em ações policias em 2019 1.423 eram negros ou pardos, mais de 50% das pessoas. Desse modo, a violência praticada contra essas pessoas dificultam melhorias para um país mais igualitário e justo.
Destarte, problema de violência urbana reproduz uma ameaça concreta não apenas aos indivíduos diretamente envolvidos como a todos cidadãos que, indiretamente, também figuram vitimas de seu legado. Nesse sentido, o Estado deve executar campanhas influenciadoras para a população ter conhecimento de tal desafio, por meio de verbas. Espera-se, com isso, que a populção tenha mais empatia, catalisando essas agressões urbanas.