Violência urbana no Brasil

Enviada em 03/10/2019

Desde o processo de urbanização brasileira, que ocorreu de forma significativa com a chegada da indústria no governo de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek no século XX, há violência urbana no país. Assim, com o aumento exponencial da população, muitas são as vítimas dessa mazela social, a exemplo do tráfico de drogas, relações afetivas e semelhantes. Com isso, é importante a implantação de políticas públicas na sociedade, para que a segurança prevaleça.

Com a falta de oportunidades de trabalho, educação e saúde da população mais carente, que vive em periferias principalmente das grandes cidades, alguns indivíduos recorrem ao tráfico de drogas, roubo e sequestro nos centros urbanos, por acreditarem que essas formas garantam liberdade financeira. Porém, muitas vítimas perdem suas vidas ao serem abordadas por esses vândalos, pelo qual o Estado é responsável por não garantir a segurança pública na contratação de policiais, por exemplo.

Ocorre com bastante frequência violência afetiva entre cônjuges, pois uma das partes não aceita a separação limitando o outro em se relacionar com outros indivíduos amigavelmente ou afetivamente, processo este que é contra os princípios do filósofo John Locke, defensor da liberdade e igualdade. Diante de um caso particular ocorrido no Ceará, pelo qual o marido de uma cearense a agrediu por 6 anos, no ano de 2006, o ex presidente Lula criou a lei “Maria da Penha”, com o objetivo de punir com mais rigor os agressores contra as mulheres no país.

Portanto, é necessário a redução da violência no Brasil para segurança de todos. Logo, o Ministério da Segurança deve expandir suas políticas de seguridade ás vítimas de violência, por meio da abertura de concursos públicos para policiais, a fim de garantir a proteção em prol da população. Também, é importante por parte das polícias existentes a implantação de bases móveis e suas consequentes revistas em espaços públicos, para proteção da minoria contra vândalos e infratores.