Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 06/08/2020
A constituição federal, de 1988, prevê a todo cidadão o direito à saúde, habitação e segurança digna no Brasil, entretanto, grupos de negros são violentados verbalmente. Além disso, muitos deles são mortos pela polícia civil. A falta de mobilização do estado permite o ato desses agravamentos, apresentando uma frota direta a condições humanas. Necessário que medidas sejam tomadas para esses fenômenos.
Por conseguinte, a violência racial permeia ao longo da história, o racismo é um forte efeito das ideias Darwinistas, a ideia explicava a evolução do homem, ou seja, os conceitos foram usados pelos Europeus para explicar a superioridade dos brancos sobre os pretos. Esteriótipos nasceram ao decorrer dos anos. Alguns direitos buscam suprir necessidades dessas pessoas com alguns benefícios como cotas raciais, todavia. É apenas um ato para tentar priorizar. As pessoas sofrem com discriminação racial, são atacadas violentamente, enfrentam indiferenças no mercado de trabalho, muitos são obrigados ouvir conceitos racistas
Outro ponto relevante, nessa temática. São os atos de violência policial contra negros, o imperativo lógico de Kant, preconiza que o indivíduo deve agir apenas segundo o máximo que gostaria de ver transformada em lei universal. No entanto, no que tange à questão do tema no dever moral quanto ao exercício da denúncia, em muitos casos as violência não são denunciadas pelo fato de não haver punições contra as pessoas que praticam tais atos. Cerca de dez porcento da população negra Brasileira é morta por civis, existem leis contra homicídio e contra praticas raciais, entretanto, não são exercidas.
Portanto, para que as prescrições constitucionais não sejam apenas teórica, mas se tornem medidas práticas, é necessária uma ação mais organizada do estado, assim, o poder judiciário deve defender os direitos de cada cidadão, resolvendo os prováveis conflitos,através da investigação, apuração e punição, com isso, as pessoas poderiam viver livremente conscientes dos seus direitos.