Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 04/07/2020

Sabe-se que não é de hoje que existe um preconceito quando se fala sobre negros, principalmente por parte policial. Só por acharem que são autoridades, podem fazer o que quiser e julgar qualquer um por cor da pele, mas de um tempo para cá, isso vem gerando manifestações e muita revolta da sociedade.

Morrem mais crianças e adolescentes negros porque as periferias e as favelas do Brasil são espaços racializados, o que autoriza o Estado a chegar atirando deliberadamente porque o que prevalece nesses espaços são corpos negros. Segundo o site DW, em 2018, a cada quatro mortes cometidas pela polícia no Brasil, uma aconteceu no Rio de Janeiro. Das 1.075 vítimas no estado entre janeiro e julho de 2019, 80% eram negras.      Com isso, muitas manifestações aconteceram após o assassinato de João Pedro, um garoto de 14 anos que teve sua casa bombardeada por 72 tiros de fuzil disparados por policiais. O nome do adolescente foi lembrado em diversos momentos do protesto, bem como o de George Floyd, morto durante uma operação policial em Minneapolis, nos Estados Unidos. Deitados no chão, manifestantes repetiam a frase “não consigo respirar”, as últimas palavras de Floyd.

Assim, cabe ao governo fazer uma melhor seleção de policiais e treina-los melhor para que esse tipo de coisa não volte a acontecer, e também montar palestras conscientizadoras e grupos de apoios para as famílias das vítimas. Cabe também a população fazer manifestações como forma de justiça a cada família que perde alguém pela cor da pele.