Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 01/07/2020
Embora os policiais detêm a função de proteger todos os cidadãos e a manutenção da ordem social, eles são demasiadamente seletivos com quem empregam a violência. Certamente, é notório uma violência policial maior com pessoas negras do que brancas. Visto que cada vez mais aumentam-se os casos de mortes de negros por guardas civis. Outrossim, essa seleção os tornam racistas, já que lidam brutalmente nessas situações, e com brancos são mais pacíficos. Ato contínuo, esse racismo presente é formado a partir do parecer estabelecido nos próprios atos públicos. Sendo assim, identificando que sujeitos negros sejam mais suscetíveis a cometerem ações errôneas.
Um dos casos que mais repercutiram nos últimos tempos foi a morte de um homem negro americano, George Floyd, após um policial branco o enforcar com o joelho. Desde então, iniciou uma onda de manifestações pela justiça por ele e outras milhares de pessoas negras que vieram a óbito por racismo e violência policial. No Brasil, um caso recente foi a morte de um jovem negro, João Pedro, baleado em meio a uma operação policial no Rio de Janeiro. Com esses exemplos, permanece claro como há uma visão preconceituosa com pessoas negras, julgando-as criminosas apenas pela cor da pele. Como também, é evidente que a política de segurança do país está comprometida com esse pensamento racista.
Por conseguinte, para combater a violência policial seria necessário a implementação de um projeto nas instituições da guarda civil. A ONU, junto com outros programas de combate ao racismo, poderiam nesse projeto criar um novo programa de ensino para os policiais. Assim, visando, principalmente, a igualdade entre etnias, e a utilizarem a violência apenas quando necessário. Ademais, é necessário aperfeiçoar os critérios para melhorar a formação dos policiais, com a participação do Legislativo e Judiciário.