Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 01/07/2020

Acima de tudo, não é novidade que ao longo dos anos, mais pessoas negras morrem por conta do racismo. O Brasil é um dos principais países que apresentam estatísticas altas em relação ao racismo e as mortes que policiais provocaram com seu preconceito.

Segundo os dados do jornal ‘‘O Estado de São Paulo’’, principalmente o Brasil e os Estados Unidos apresentam números alarmantes em relação ao assassinatos de pessoas negras pela polícia. Além disso, o jornal aponta que o risco de morte às pessoas de cor nesses países, é entre 2 a 9 vezes maior que um cidadão branco. De acordo com o periódico, pouco mais da metade da população brasileira, é constituída por negros e pardos e 75%  disso correspondem ao número de mortos pela polícia.

Vários professores estudam essa questão do racismo e do porquê esse preconceito é presente nas sociedades. Por exemplo, o professor convidado da Universidade Duke na Carolina do Norte (EUA), Silvio Almeida afirma que no Brasil, é muito mais pertinente tentar saber se a vítima era um criminoso, do que saber quem o matou. De acordo com Almeida, enquanto o racismo não for discutido de forma clara, ainda existirão mais negros mortos.

Ainda mais, a professora Yanilda Maria Gonzáles da Escola de Serviço Social da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, exibe que a violência se concentra muito na população negra. Existem inúmeros casos de racismo, mas os mais recorrentes hoje, são do norte americano George Floyd e do brasileiro João Pedro, que foram assassinados brutalmente. Gonzáles aponta que a atuação policial é diferenciada pela classe social, cor e localidade.

Como visto, o racismo é ativamente presente principalmente no Brasil e Estados Unidos, então o que seria pertinente é a ideia trabalhada em casa, no trabalho, nas escolas, de que essa discriminação necessita de mais leis e policiais que defendam essa grande parte da população contra esse sistema que protege muito as pessoas brancas.