Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 29/06/2020
Consoante ao período Colonial brasileiro, os indivíduos africanos eram vítimas do mercado de pessoas para servir de mão de obra escrava, ou seja, essa ação marca o preconceito racial existente até os dias atuais. Nesse sentido, isso se reflete no problema da violência policial contra essa população no Brasil e no mundo. Diante disso, deve-se analisar a ausência de representatividade governamental a favor do movimento negro e a falta de punição aos funcionários de postura racista.
Em primeiro lugar, a ausência de representatividade governamental a favor do movimento negro é um problema na contemporaneidade. Em análise com a Constituição de 1988, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Contudo, conforme os jornais televisivos, no Brasil e também nos Estados Unidos têm aumentado os casos de perseguição policial contra os cidadãos pretos, a exemplo do falecimento da criança parda João Pedro no estado do Rio de Janeiro. Portanto, embora exista legislações que punem o racismo, ainda está escasso o apoio do Governo em defesa dos direitos à vida, à cultura, à dignidade e ao direito à vida desses indivíduos comuns no país.
Em segundo lugar, a falta de punição aos funcionários de postura racista também é uma problemática. Isso porque, com o racismo estrutural no tecido social brasileiro, é comum a abordagem policial de moradores negros nas periferias, pois, infelizmente, há uma rotulagem racista que inferioriza a honestidade dos indivíduos afrodescendentes. Esse cenário hostil, ocasiona no ranking brasileiro de primeiro lugar: que mais se matam negros. Logo, é necessário a criação de uma lei severa, a fim de penalizar os profissionais da segurança pública que desrespeitam a igualdade racial.
Por fim, após os argumentos citados, medidas são necessárias para solucionar esse impasse no país. Por isso, é necessário que a Sociedade Contemporânea reivindique os direitos humanos, por meio de fiscalização as ações do Estado em relação à falta de políticas que fiscalizam a segurança nas áreas periféricas e determinam o comprimento da igualdade social, como previsto na Constituição atual. Essa ação pode ter melhor resultado com a criação de canais educativos na Mídia que valorizam à cultura africana e a sua importância na construção da identidade do Brasil, com intuito de acabar com a violência policial contra os negros.