Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 24/06/2020

São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. Porém, a questão da violência policial contra negros contraria o ponto de vista do filósofo, uma vez que, no Brasil, esse grupo é vítima de discriminação constante. Nesse sentido é preciso que estratégias sejam aplicadas para alterar essa situação, que possui como causa o rascismo institucional e também a falta de leis que garanta a segurança dessa camada da população.

Deve-se pontuar, de inicio, que o rascismo institucional é a manisfestação de preconceito por parte de instituições publicas ou privadas, por parte do Estado e das leis que, de certo modo, promovem a exclusão ou preconceito racial. Este configura-se como um grave empecilho no que diz respeito à violência contra negros, Hambermas traz uma contribuição relevante ao defender que a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Desse modo, faz-se necessário debater sobre. No entanto, percebe-se uma lacuna no que se refere essa questão, que ainda é muito silenciada. Assim, trazer à pauta essse tema e debate-lo amplamente aumentaria a chance de atuação nele.

Além do mais, outra dificuldade enfrentada é a questão da falta de leis que para garantir a segurança da população negra. O filósofo Jonh Locke defende que “as leis fizeram-se para os homems e não para as leis”. Ou seja, ao ser criada uma lei, é preciso que ela seja planejada para melhorar a vida das pessoas em sua aplicação. No entanto, na questão da violência policial contra negros, a legislação  não tem sido suficiente para a resolução do problema.

Portanto, é preciso que as escolas, em parceria com a prefeitura, promovam um espaço para rodas de conversa e debates sobre o rascismo no ambiente escolar, a criança deve aprender desde já sobre igualdade racial para se tonar um bom profissional futuramente. Tais eventos podem ocorrer no período extraclasse, contudo com a presença de professores e especialistas no assunto. Além disso, esses eventos não devem se limitar aos alunos, mas ser aberto à comunidade a fim de que a população compreenda questões relativas ao tema e se torne cidadões mais atuantes na busca de resoluções.