Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 23/06/2020
Em 1888 ocorreu, por meio da Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel a abolição da Escravidão no Brasil. Esta lei libertou os escravos no Brasil após quase 400 anos de escravidão. Nesse sentido, é comprovado que a maioria dos escravos eram negros, descendentes de africanos. Desde essas épocas, os negros já eram tratados de formas diferentes dos ademais, pois tinham em mente que eles eram superiores aos afrodescendentes. Estes transtornos se perduram até os dias atuais, pois os negros sofrem com o excesso de autoridade policial por conta da discriminação desde o período pré-colonial e, também, o racismo institucional.
Primeiramente, a discriminação é a conduta de transgredir os direitos de uma pessoa, baseando-se em raciocínio sem conhecimento adequado sobre a matéria, tornando-a injusta e infundada. Entretanto, no Brasil, vive-se um momento no aumento da discriminação de agentes da lei em relação a pessoas, que, à primeira vista, é dada como culpada injustamente, simplesmente pelo fator de certos policiais obterem uma maior autoridade. Diferentes estudos e pesquisas recentes têm apontado que, no Brasil, a violência se distribui de forma desigual. Um dos principais marcadores desta desigualdade é o perfil racial das vítimas: de cada dez pessoas assassinadas, sete são negras.
Outrossim, o racismo institucional é qualquer sistema de desigualdade que se baseia em raça que pode ocorrer em instituições como órgãos públicos governamentais, corporações empresariais privadas e universidades (públicas ou particular). O racismo é, como disse Foucault, “o meio de introduzir […] um corte entre o que deve viver e o que deve morrer”. Nesse âmbito, no Brasil, os negros sofrem não só a discriminação racial devida ao preconceito racial e operada no plano privado, mas também e sobretudo o racismo institucional, que inspira as políticas estatais que lhes são dirigidas e se materializa nelas.
Infere-se, portanto, que estes transtornos se perduram até os dias atuais, pois os negros sofrem com o excesso de autoridade policial por conta da discriminação desde o período pré-colonial e, também, o racismo institucional. Entretanto, é dever da Segurança Pública, como máxima instância de poder Executivo e Legislativo sob os agentes policiais e federais, manter a população segura e livre de qualquer injúria racial sob quaisquer circunstância antes de que se prove ao contrário, com o intuito de melhorar a qualidade dos policiais para agirem de formar coesa, a fim de respeitar o próximo em qualquer ambiente, sabendo lidar com o problema, através da criação de sistemas que minimizem os atos racistas de policiais não capacitados diante de problemas como este, ocasionando, assim, uma melhora na vida da população de todo o mundo, seja branco, pardo, negro ou índio.