Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 22/06/2020

“Eu tenho um sonho(…)”. Essas foram as primeiras palavras ditas pelo pastor Martin Luter King em seu discurso contra a segregação racial em 1963 nos Estados unidos. Diante dessa frase, dita a mais de 50 anos, a contemporaneidade determina uma articulação argumentativa em torno da violência policial contra negros no Brasil e no mundo, uma vez que o racismo ainda ocorre no cenário mundial em pleno século XXI. Nessa lógica, avaliar a negliência governamental, bem como a esteriotipação marginalizada da pessoa preta, tornam-se relevantes para compreensão dessa problemática.

De início, é preciso destacar que políticas públicas se montram insuficiêntes em promover uma segurança antirracista e igualitária a toda população. Nesse contexto, o livro “Ética do Nicômaco” do filósofo Aristóteles promove a ideia de que a política deve assegurar direitos e bem-estar ao povo. Dessa forma, percebe-se que o Estado é negligente, visto que sua força policial se envolve em problemas de violência racial, tendo como a garantia e proteção governamental do seu emprego. Assim, atitudes que revertam essa adversidade que a séculos assarapanta a comunidade negra mundial, fazem-se necessárias, principalmente por parte dos governos.

Em seguida, é válido ressaltar que a pele preta é históricamente mraginalizada pela sociedade. Nessa perspectiva, a história recorda manifestações feitas em favor da dignidade da pessoa negra que a séculos carrega sequelas de escravidão, tráfico humano e são vitimas de racismo, que a estereotipam como marginais. Logo, ações que modifiquem as precípuas realidades, tornam-se urgentes.

Infere-se, que medidas devem ser efetivadas para provocar uma mudança no tratamento policial contra negros. Desse modo, cabe Ministério da Justiça promover açõs punitivas para piliciais que agirem de violência, que podem causar a expulsão do cargo e trabalhos que promovam a desconstrução da imagem estereotipada que difama o negro.