Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 19/06/2020

No ano de 2020, os habitantes dos Estados Unidos presenciaram um acontecimento assustador, onde um homem negro foi assassinado brutalmente pela polícia, devido a cor da pele. Ademais, no Brasil, há grandes operações militares no combate ao tráfico nas periferias, mas muitos inocentes são violentados por esses homens. Tais fatos evidenciam que a corporação militar usa de forças covardes contra o povo, especialmente, a população negra que está despido de voz e segurança. Desse modo, esse povo depara-se com desafios para erradicar essa problemática.

De início, é indubitável o preconceito sofrido pela população negra, a qual ainda é mal vista pela sociedade, e como inferiores aos brancos. Nesse sentido, conforme o jornal americano The New York Times, 1 a cada 5 negros é perseguido pela polícia, devido ao tom de pele. Essa realidade torna-se evidente, já que as atitudes preconceituosas da policias é resultado da deturpação de valores morais, principalmente, com os negros, os quais são denominados pela sociedade como bandidos e vândalos. Além disso, nota-se que a formulação de identidade é baseada em relatos passados pelas gerações antecessoras, visto que seguem preceitos arcaicos e religiosos. Por conseguinte, essa debilidade leva à perda da moral e da boa convivência social.

Outrossim, vale ressaltar que a violência militar cresceu na sociedade, com destaque aos locais periféricos, onde predomina a maior porcentagem de pessoas negras. Nessa perspectiva, de acordo com o portal de notícias da Globo, cerca de 33% dos negros são violentados durante abordagem policial que é bastante comum na sociedade brasileira. Sob tal ótica, percebe-se que o número de violências e mortes desse povo aumentou nos últimos anos, durante as operações policiais nas periferias, devido ao descaso da segurança para com esse povo. Dessa forma, contribui-se para a perpetuação desse tipo de ação negativa.

Por tudo isso, para que haja uma redução nesse cenário de violência aos indivíduos negros, é imprescindível esforço coletivo entre as comunidades e o Estado. Em seguida, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com o Governo Federal, incorporar fiscalizadores nas áreas policiais, como também devem reforçar os Direitos Humanos assegurado na Constituição de 1988, por meio de verbas governamentais e campanhas publicitárias. Nessa lógica, devem propor uma reeducação social, mediante campanhas educacionais, em jornais e revistas, com o intuito de promover a igualdade de gêneros raciais. Por fim, alcançando menores taxas de violências aos povos negros.