Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 30/09/2020

O escritor Stefan Zweig escreveu, em 1945, o livro “Brasil, um país de futuro”. Contudo, a pátria está muito longe de corresponder a tal imagem, uma vez que a negligência estatal, especialmente no que diz respeito ao trânsito, ainda é presente no século XXI. Nesse contexto, a insuficiência na instrução adequada de motoristas tem como principal consequência a perda de milhares de vidas todos os anos no país.

A priori, a educação se faz indispensável no trânsito. Todavia, observa-se que ela é praticamente inexistente, visto que os números de mortes são alarmantes - cerca de 150 óbitos são registrados diariamente segundo o DPVAT. Desse modo, é importante citar uma frase do ativista político Nelson Mandela, que diz: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar a sociedade”. Portanto, é demasiadamente importante que a educação se faça presente no cotidiano dos motoristas.

A posteriori, milhares de vidas são perdidas em decorrência do desrespeito no trânsito. Segundo dados fornecidos pelo Ministério da Saúde, mostram que a cada 100 mil veículos, são 234 mortes por acidente anualmente no Brasil. No entanto, no Japão - um dos países mais desenvolvidos do mundo- a taxa de mortes no trânsito são de 18 para cada 100 mil veículos - dados no portal de notícias G1. Por conseguinte, infere-se que o grau de desenvolvimento/ensino de um país, está diretamente ligado com a violência no trânsito.

Assim sendo, urgem medidas necessárias para reverter o triste cenário atual. Destarte, o DETRAN - órgão que tem como uma das funções promover a educação no trânsito- deve por meio de propagandas em redes de televisão e posts nas redes sociais, incentivar o respeito mútuo entre condutores. Essas ações devem ser tomadas com a finalidade de que os números atuais, possam diminuir. Ademais, o Ministério da Educação deve investir em  projetos e palestras nas escolas para que crianças e adolescentes possam crescer com a mentalidade de gentileza no trânsito.