Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 29/09/2020
A violência urbana tem tomado atenção e a preocupação de muitos. Dessa porcentagem, todos os anos milhares de mortes são registradas, vítimas da violência no trânsito. No Brasil não é diferente, mais de 3,5 mil pessoas morrem por mês no trânsito, sendo, segundo a (OMS) Organização Mundial da Saúde, o 5° país mais violento em trânsito no mudo, muitos desses óbitos são ocasionados por homicídios após discussões, atropelamentos e colisões de automóveis. Convém analisarmos as possíveis causas desse acontecimento.
Em primeira análise, o estresse gerado em nosso dia a dia com o trabalho, a família ou atrasos em nossos horários é a principal causa de muitas dessas violências. A falta de paciência para dialogar e evitar discussões no trânsito tem feito inúmeras vítimas. Evidenciando a falta de controle emocional por parte de muitas pessoas, que após receber algum xingamento ou gesto obsceno partem para agressão, é esse o momento em que um pequeno surto momentâneo pode levar a morte de outra pessoa. Nesse sentido, muitas dessas mortes poderiam ser evitadas com um simples “perdão”.
Em segunda análise, é no final do ano que o trânsito se torna ainda mais perigoso. O número de acidentes aumenta em todo país. A estatística sobe para quase 3,9 mil. E a situação piora perto dos últimos dias do ano. É quando a média de mortes salta 12% vai de 116 para 150 por dia. Esses atropelamentos e colisões de automóveis são registrados devido ao grande fluxo de carros em direções a festas de final de ano. Muitos motoristas fazem escolhas incoerentes com a direção defensiva, tais como: ingerir bebidas alcoólicas enquanto dirigem, falar ao telefone e excesso de velocidade. Nesse sentido, a imprudência é a principal causa de muitos acidentes no país.
Em suma, é notório que a violência no trânsito brasileiro precisa de atenção de toda a população e de autoridades governamentais, respectivamente, quanto a conscientização, educação e maior punição contra esses irresponsáveis, com sanções e leis mais coercitivas.