Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 05/10/2020

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos. No entanto a violência no trânsito dificulta a realização dos planos de More. Esse cenário é fruto tanto negligência estatal quanto da falta de conscientização popular.

Inicialmente, a Constituição Federal de 1988, promulgada com base na Declaração dos Direitos humanos prevê direito à saúde e ao bem estar social. Nesse sentido, a perpetuação da problemática fere a legislação e demonstra a incapacidade estatal de promover políticas públicas que coíbam a violência no trânsito e punam aqueles que persistem em praticar tais ações. Tudo isso retarda a resolução desse quadro deletério.

Outrossim, Jean-Paul Sartre, filósofo existencialista discorre sobre o homem ser condenado a ser livre, e por conta disso é responsável por todas as consequências de suas ações. Dessa forma, a perpetuação da problemática demonstra a falta de conscientização popular, que por sua vez não promove ações para combater o imbróglio. Nesse sentido, é necessário que a sociedade responsabilize-se também pela resolução do embate.

Infere-se portanto, que medidas são necessárias para por fim na violência no trânsito. Assim, o Ministério da Justiça, juntamente ao Governo Federal devem por meio de reformulação na legislação, aumentar a punição para essas ações, a fim de se ter uma maior segurança no trânsito. Somente assim a coletividade alcançará a Utopia de More.