Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 01/10/2020
No poema, “No meio do caminho”, de Carlos Drummond de Andrade, ele recita:" No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. De forma análoga ao poema, as pedras se configuram na violência no trânsito em debate no Brasil. Tal debate evidencia a imprudência que gera como consequências graves acidentes. Dessa forma é incontestável que medidas sejam tomadas para sanar esse problema.
Primeiramente, nota-se que a população tupiniquim é inconsequente em seus atos ao volante. Para exemplificar, o ‘rapper’ Gabriel, o pensador em um trecho de sua música “Cachimbo da Paz”, diz que uma jovem que bebeu demais, atropelou o padre e os noivos na porta da igreja. Analogamente, a atitude da jovem é reflexo de uma sociedade que é descuidada ao dirigir, isso porque, muitos dirigem alcoolizados, sem cinto de segurança, em alta velocidade que são fatores favoráveis a levar a um grave acidente.
Por conseguinte, a imprudência no trânsito gera mortes, muitas vezes de forma violenta. Segundo o DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), o Brasil registra 150 mortes por dia em todo país por conta de acidentes. Em virtude dos fatos apresentados, é nítido que dirigir sem os devidos cuidados podem ser fatal, não só para o motorista negligente mas, também, para as pessoas ao redor dele. Isto é, o motorista que perde o controle, pois, estava com atenção no celular, pode atingir outro carro e levar à mais morte.
Diante ao exposto, é visível que medidas sejam formuladas para solucionar essa adversidade. Sendo assim, cabe ao Poder Público, com as auto-escolas, organizar palestras elucidativas através de dados estatísticos, também com parentes vítimas de acidente contando a experiência do quão grave é dirigir sem consciência, para que assim os indivíduos criem maior responsabilidade ao conduzir o veículo, com a finalidade de formar melhores motoristas que não ponham a população em risco. Somente assim, irá diminuir as pedras no caminho.