Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 14/12/2017
Desde de pequenos somos acostumados a ouvir coisas do tipo “um tapinha não dói” “um tapa não é nada demais, é só pra mostrar quem manda” “criança bagunceira tem que apanhar mesmo”. Será? Bom, a resposta claramente é não.
Não é batendo que se aprende. Se aprende com conversa e confiança. Mas muitos pais não pensam assim, e o que era um “tapinha” acaba virando em casos graves. Um dos casos é o menino Alex, de 8 anos que morreu depois de seguidas sessões de espancamento cometidas pelo próprio pai, no Rio de Janeiro.
Além de tudo isso, ainda existe o grave trauma psicológico que a criança pode ter. Sem tratamento adequado ela pode acabar repetindo o mesmo comportamento quando adulto. Como disse o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele.
Portanto, medidas precisam ser tomadas. A primeira delas seria palestras com os pais para mostrá-los que a violência não é a forma correta de educar uma criança. Uma outra ótima alternativa é uma parceria entre a mídia e o Estatuto da criança e do Adolescente para a criação de campanhas que incentivem a realização de denúncias para que esses crimes sejam minimizados e punidos.