Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 03/11/2017
Dentre os costumes cultivados pela humanidade durante todo seu trajeto, a violência infantil é sem dúvidas, uma das mais marcantes. É sabido que existem vários tipos de agressões, e em sua maioria, é cometida em casa, pelos próprios pais. Com isso, é de extrema relevância o combate, uma vez que todo ser humano possuí direito á vida, á liberdade e a segurança pessoal.
Dessa forma, cabe ressaltar um exemplo de violência doméstica que gerou polêmica no ano de 2009 foi o caso da Isabela Nardoni que foi jogada de uma janela pelo próprio pai. Segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) de 1996 a 2007, foram registrados no pais 49.481 atos de maus tratos cometidos por familiares contra menores de idade. O infanto juvenil não possui, na contemporaneidade, proteção dentro do lar e acabam optando por morar nas ruas, pois pensam que viverá com mais tranquilidade e paz.
Um dos ovos de serpente da selvageria brasileira: os agressores do futuro são os agredidos do passado, gerando-se um ciclo vicioso. O adolescente que é mal tratado acaba criando um sentimento de vingança e ódio dentro dele e procura sempre uma maneira de se vingar, que é se tornando um marginal.
Em suma, é perceptível que a violência infantil ainda é um enorme transtornos na sociedade. Portanto, é essencial que o governo crie projetos de educação familiar, com visitas de assistentes sociais as casas, pois ampliar essa questão é uma contribuição importante para o caso de Isabela, provocando um debate sobre os maus tratos domésticos. Ademais, é primordial que ONGS e cooperativas ajudem no acolhimento desses jovens com estrutura e espaço físico que garantem sua privacidade. Assim, o mundo e as pessoas irá conviver em paz e harmônia e as crianças terá uma vida tranquila. Segundo filósofo Benedetto Croce “a violência não é força, mas fraqueza, nem nunca poderá ser criadora de coisa alguma, apenas destruidora”.