Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 27/10/2017

Nos últimos anos, têm-se observado inúmeros casos de violência contra crianças e adolescentes. Hoje, já existe um Estatuto próprio para eles, com leis que os protegem. Porém, se faz quase ineficaz, visto que ainda ocorrem agressões sexuais e emocionais, por exemplo, devido à ineficácia da fiscalização. Consequentemente, graves problemas são somados, como psicológicos e físicos.

Em uma primeira análise, temos os traumas físicos, que podem levar à morte. Nesse contexto, as crianças que sofrem continuamente agressões físicas, somam diversas sequelas, que, em situações mais extremas de espancamentos, vão ao óbito. Como exemplo do fato exposto, observa-se  caso do menino Alex, 8, em 2013, que foi morto pelo pai após várias sessões de ataques.

Ademais, futuramente, os atos violentos contra crianças e adolescentes podem trazer graves problemas. Nesse sentido, temos, por exemplo, a contração de problemas psicológicos, como a depressão, por parte dos jovens violentados. Além disso, no futuro, o menor apresenta grandes chances de ser um agressor, haja vista que o violento ambiente onde a criança crescera será visto como normal.

Desse modo, cabe a mídia - TV, Internet - fazer parceria com o Estatuto da Criança e Adolescente, para crias campanhas, por meio de propagandas televisivas e notícias online em sites, a fim de que a sociedade passe a denunciar os casos, e assim, haja um melhor funcionamento das leis e evitando graves problemas aos menores. Outrossim, o Ministério da Saúde deve colocar psicólogos gratuitos em postos de saúde, visando a redução dos traumas adquiridos das vítimas que sofreram tais atos.