Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 28/02/2021
Da mesma forma que Ana, de Modo Avião, aprende a viver sem a conexão com a internet, a sociedade também vai ter que aprender a colocar limites no tempo de navegação. Analogamente, a ciência já mostrou de diversas formas, como o uso excessivo dos aparelhos tecnológicos afetam na saúde da população. Com isso, deve-se perguntar sobre o vício em tecnologia, “seremos dependentes das máquinas?”. Por fim, a obra nacional nos relata os perigos da vida digital e dar ênfase no quanto isso pode ser prejudicial aos jovens.
É indubitável que junto com os benefícios que a tecnologia trouxe, vieram diversos perigos também. De tal forma que pode trazer problemas como: insônia, infecções, problemas de postura e obesidade. De acordo com pesquisa realizada pelo Google, “73% dos brasileiros que possuem smartphones não saem de casa sem eles”. Diante dessa linha de raciocínio, percebe-se que o vício é real, há também relatos de pessoas que se sentem mal fisicamente longe de seu aparelho celular.
Além disso, os problemas podem ser agravar quando se fala de jovens. “Essa internet virou arma na sua mão” trecho da música Nokia Tijolão de Jorge e Mateus, reflete em uma vida falsa e tecnicamente perfeita postada nas redes sociais. A influência é maior entre crianças e adolescentes, já que falta o discernimento para separar o mundo real do virtual, levando-os à problemas como depressão e anorexia.
Infere-se, portanto, que o vício em tecnologia é um problema para a agremiação. Sendo assim, cabe ao Governo Federal criar um plano de monitoramento para as mídias sociais e criadores de conteúdo, a fim de abrandar esses problemas, também conscientizar os pais sobre os problemas que estão ao dispor de seus filhos. Ademais, cabe a população se cosncientizar sobre os riscos causados por tal vício, sendo assim, melhorando a saúde física e mental de toda a sociedade.