Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 12/02/2021
O documentário “Dilema das redes” apresenta as experiências de pessoas que trabalharam na criação de redes sociais. Na obra, os próprios funcionários ficam aterrorizados e muitas vezes pedem demissão ao ver como toda rede social é criada para desenvolver cada vez mais o vício. Não distante da ficção, a cada ano que se passa a necessidade do uso da tecnologia cresce em nossas vidas, fazendo com que seja algo essencial para sobrevivência.
Em primeira instância, grande parte da sociedade já está dependente da tecnologia. Assim, uma instituição de pesquisa sediada no Reino Unido, “YouGov”, criou o termo “Nomofoia” para classificar pessoas com medo irracional de ficarem sem celulares ou equipamentos tecnológicos. Dessa forma, é perceptível como a vida do ser humano passa cada vez mais a ser extremamente prejudicada com esse excesso de tecnologia e se tornando até mesmo uma doença.
Em segunda instância, inúmeras tarefas que antigamente eram realizadas manualmente passaram a serem feitas por máquinas. Um exemplo disso é a Revolução Industrial, onde tecnologias nunca existentes foram tomando espaço já que com isso alguns benefícios começaram a surgir, como a economia de tempo. Entretanto, os malefícios como o vício, sendo algo negativo, está se tornando algo cotidiano.
Para solucionar esses problemas, portanto, o governo, deve facilitar e ajudar a população a entender os danos que o excesso de tecnologia pode causar para o ser humano, por meio de aulas obrigatórias no currículo escolar, com o objetivo de conscientizar os alunos, como o projeto “Programa Educacional de Resistência às drogas e à Violência-Proerd”, que ajuda os jovens na conscientização do uso das drogas. Assim, o uso passaria a diminuir e consequentemente o vício também, afim de que os seres humanos não sejam mais dependentes das máquinas.