Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 23/02/2021
A revolução humano-tecnológica.
É caracterizado como tecnologia algo inventado pelo ser humano com o objetivo de resolver um problema. Porém a “arte de resolver problemas” está chegando em um nível de criar seus próprios problemas.
De acordo com uma reportagem feita pela “BBC news”, um em cada 4 jovens está viciado em celular. O vício citado na reportagem é extremamente problemático, já que torna mais propensas as relações terciárias (exclusivamente a distância), que são menos favoráveis ao desenvolvimento da empatia e do afeto. Sentimentos estes que, quando desenvolvidos, permitem a tolerância e a gentileza que não comumente é encontrada em ambientes completamente virtuais.
O tema da “tecnologia excessiva” já foi base para muitas histórias e ilustra como o ser humano demora para absorver e se acostumar com mudanças. Um exemplo é o desenho “Rick and Morty” em que as personagens que não estão acostumadas com os equipamentos super tecnológicos de Rick acabam não sabendo lidar com o poder e a mudança que as novas tecnologias trouxeram a sua vida. Causando assim situações de conflito e crise. Como o divórcio dos pais de Morty.
Não é necessário que rejeitemos a tecnologia, porém a auto-fiscalização se faz necessária para que a tecnologia de comunicação à distância não substitua completamente o contato presencial. Visto que um é um tanto recente, enquanto o outro sempre se fez presente e necessário.