Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 28/02/2021
Desde a primeira revolução industrial ocorrida na Inglaterra no século XVII, processos fabris vêm se tornando cada vez mais autônomos, esse fato deve-se ao advento das máquinas. Com o passar dos anos e concomitantemente as revoluções industriais, as máquinas têm sido aprimoradas com o intuito de realizar atividades mais rápidas que por consequência proporciona maior lucros às empresas, no entanto, elas ultrapassaram as portas das industrias e invadiram a vida da população de massa, com o mesmo intuito de facilitar atividades, porém, será que esses equipamentos estão proporcionado ou s tempo e a humanidade das pessoas?
Em uma primeira análise deve-se ressaltar que o capitalismo, sistema econômico que visa o lucro a todo momento, tem um papel importante na difusão das máquinas nas vidas de todos. Após o “American way of life” momento esse de grande euforia por parte da população devido ao bom momento da economia americana, os eletrodomésticos e automóveis que nada mais são que máquinas que promovem um maior conforto, adentraram a vida da população. A partir desse momento novas necessidades foram criadas, lavar a roupas soemte com um auxílio de uma máquina, geladeira para armazenar alimentos, hábitos que não iriam mudar por parte da população mais favorecida econômicamente.
Ademais é fundamental apontar que com o advento da terceira e a transição para a quarta revolução industrial, as máquinas ganharam ainda mais protagonismo na mudança da mecanização para a automação nas linhas de montagem, no entanto, nunca se precisou tanto de mão de obra qualificada para atender os anseios do mercado de trabalho, com isso muitos trabalhadores do chão de fábrica que realizavam atividades que não demandavam um esforço intelectual e sim físico viram suas vagas de empregos substituídas por máquinas. Esse fato acarreta muitas consequências negativas uma vez que se tem um maior número de desempregados, os serviços públicos trabalham com uma maior demanda e o abismo socioeconômico entre os mais pobres e mais ricos cressem ainda mais.
Infere-se portanto, a necessidade de combater essa desigualdade no mercado de trabalho. Para isso é fundamental que o governo federal por meio do ministério da educação, fomentem a ampliação de cursos técnicos com ênfase em eletrônica no ensino médio da rede pública a fim de que os estudantes tenham uma melhor qualificação para enfrentarem as demandas do mercado de trabalho. Assim, teremos uma sociedade menos desigual socioeconomicamente e mais preparadas para lidar com um mundo onde as pessoas estrão cada vez mais dependentes das máquinas.