Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 23/02/2021

A era da tecnologia nunca se mostrou mais forte do que no ano de 2020, serviços manuais estão sendo substituídos por maquinas e robôs. O desenho “Os Jetsons”, nos mostra a criação de maquinas para a modificação de trabalhos cotidianos, por exemplo: A empregada domestica da família, Rosi, é um robô e no desenho não se vê um ser humano fazendo esse trabalho. Nesse contexto a principal consequência a ser destacada é a substituição de trabalhos e consequentemente o desemprego. E podemos ver como a pandemia do Covid-19, abriu nossos olhos, mostrando o quanto as pessoas já são dependentes das maquinas.        O número de pessoas desempregadas no mundo, vem aumentando cada vez mais por ações diversas. O principal ato que está acontecendo é a criação de maquinas que substituem trabalhos. O custo para uma maquina funcionar é muito barato em comparação com um ser humano e isso abala o mercado empregador. Muitas pessoas não tem condições financeiras para uma especialização e isso faz com que ela fique inapropriada para o serviço e consequentemente desempregada.

O vírus que se alastrou no começo de 2019, chamado covid-19, mostrou que os seres humanos são muitos dependentes das maquinas involuntariamente. Um exemplo é: para pedir uma comida, em vez da pessoa se locomover até o estabelecimento fornecedor, ela pega o celular, entra em um App e logo, a comida está chegando a sua casa. Isso foi muito necessário, para evitar aglomeração em época de pandemia, mas mostra o quão dependente as pessoas estão da tecnologia.

A ação que deve ser feitas para impedir que a taxa de desemprego no Brasil aumente tanto é: disponibilizar cursos profissionalizantes e gratuitos para que as pessoas não fiquem desabilitadas e consigam trabalhar com a automação dos serviços. E assim diminuindo o desemprego por desabilitação.