Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 22/02/2021
Tecnologia
Após a Revolução Industrial, no século XVIII, as manufaturas se transformaram em indústrias, assim as máquinas passaram a se encontrar gradativamente mais presentes e a tecnologia se avançou muito rápido, gerando assim, uma dependência do ser humano com a tecnologia. Porquanto, essa submissão acarreta em diversos transtornos, principalmente nos jovens. De acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman: “a sociedade vive uma Modernidade Líquida, que nada é feito para durar”. Essa citação retrata a realidade, de modo que, causa insegurança. Atualmente, os jovens vivem um mundo instável, que tudo está em constante transformação e ele tem que acompanhar essas alterações para não se tornar ultrapassado. Convém lembrar ainda que existem muitas funções desempenhadas apenas por máquinas que outrora eram realizadas por humanos; o sociólogo Karl Marx aborda o conceito de mais valia, na qual o lucro gerado ao proprietário da fábrica é maior devido ao aumento na produção desempenhada por essa tecnologia e contudo o proletariado continua ganhando o mesmo salário. Conclui-se que, é completa a servidão do ser humano com a tecnologia, observa-se, isso, na citação de Albert Einstein: “tornou-se aterradoramente claro que a nossa tecnologia ultrapassou a nossa Humanidade”. Portanto, é de fundamental importância que os psicólogos desenvolvam programas aptos a auxiliarem pessoas viciadas em tecnologias a combaterem tal distúrbio. Através de dialogos que convençam e instruam o paciente a controlar melhor o tempo pessoal e a buscar certas atividades prazerosas, tais como o esporte. Além de institutos governamentais promoverem campanhas publicitárias através da mídia que incentivem a convivência social, mostrando os diversos problemas causados pelo excesso do uso da internet, como a desvalorização da convivência de quem esta perto fisicamente.