Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 01/03/2021

A dependência do homem em relação a tecnologia é consolidada na revolução industrial, especificamente, na etapa de manofatura. Desde então, ela vem se intensificando, até a chegada da pandemia de COVID-19. Pandemia que é necessário o isolamento social para o combate do vírus, isolamento esse que potencializou a dependência tecnológica, principalmente da internet. E assim se tornam de maior tonalidade os benefícios e malefícios das máquinas.

Ao longo da história, certas invenções promoveram o desenvolvimento da tecnologia e ofereceram algumas comodidades. Mas, a medida que são transferidas as funções que eram humanas para a tecnologia, as habilidades e criatividade das pessoas se tornam mais limitadas e assim, a capacidade de avanços diminui. Ou seja, a dependência de tecnologia pode prejudicar a sociedade em fazer avanços tecnológicos significativos.

O uso excessivo de tecnologia está relacionado a doenças mentais, como ansiedade e depressão. Está ligado a memória fraca, visto que o cérebro vê nas tecnologias atuais uma memória “melhor” para guardar as informações, e também a impaciência, pois os dependentes dela ficam acostumados a receberem informações instantâneas no mundo conectado que vivem, além de prejudicar a saúde física.

É necessário então que seja encontrado um equilíbrio em nossa sociedade no uso da tecnologia, usando-a de forma complementar e não administrativa na vida humana. Para isso, é necessário que o governo concientize a população e também a autoconscientização das pessoas sobre os efeitos negativos desse vício, e o meio mais efetivo para isso seriam pelas própias mídias digitais e redes sociais, tendo em vista seu alcance e público.