Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 11/12/2020
Na obra de Salvador Dali, “A persistência da memória”, o tempo passa com líquidez, mesmo mediante a presença de relógios. Fora das telas, a situação imposta pela tecnologia não é diferente, já que os usuários são impostos à aplicativos e recursos viciantes, sem que sejam advertidos ou fique perceptível. Portanto, os meios nos quais as empresas tecnológicas atraem o indivíduo é um tipo de violência moral que causa problemas psicossociais no usuário, como por exemplo, ansiedade.
A princípio, similar as flores, que utilizam cores e cheiros para atrair as abelhas à polinização, as empresas tecnológicas usam artifícios dinâmicos para atraírem usuários. Porém, muitos desses atrativos, ocultos ao cidadão, estão violentando seu direito de integridade mental. De acordo a filósofa alemã, Hannah Arendt, “A violência se tornou um vício social, praticado por todos e negado fora do âmbito físico”. Sendo assim, se o indivíduo não for agredido, não é considerado aburso de força e as lojas permanecem utilizando tecnologia para manipular inconscientemente.
Sob outra perspectiva, segundo uma matéria do G1, um a cada quatro jovens estão viciados no celular e isso tem dificultado suas relações sociais. Além do mais, no filme “Ela”, de 2013, o protagonista se apaixona por um programa de computador, isto abala totalmente suas relações com seres humanos, o deixando com ansiedade e depressão. Deste modo, é possível perceber que os recursos tecnológicos precisam de instruções para seu uso e também um aviso ratificando o tempo de uso correto.
Mediante os fatos abordados acima, as máquinas artifíciais têm tornado os usuários reféns e trazido problemas sociais e mentais. A fim de mudar a situação, o Ministério da Saúde, em parceria com as lojas online de aplicativos, deveriam fazer um projeto que objetivasse ajudar as pessoas a não usarem seus dispositivos errado. Tendo como base para realização parada forçada dos aplicativos utilizados por muito tempo, o limite seria definido por algoritmos projetados por psicólogos. Logo, os vícios da rede seriam tratados e reduziria os novos, construindo um país mais saudável.
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