Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 20/04/2020
Com a terceira revolução industrial, em meados do século XX, houve um considerável avanço na tecnologia, trazendo um significativo desenvolvimento em diversos setores da sociedade. Contudo, acarretou malefícios, principalmente com a utilização exacerbada das redes sociais e vídeo games, tornando presente o vício em tal inovação. É possível compreender como causa a escassez do limite que deveria ser imposto pelos pais e responsáveis, por conseguinte originando disfunções.
Em primeira análise, como afirmou o filósofo Pitágoras “Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens”. Ou seja, é preciso que haja imposição por parte dos responsáveis, para que os jovens não sofram consequências no desenvolvimento de suas vidas. Todavia, muitos pais não possuem consciência de que o limite na utilização de tecnologia é imprescindível, haja vista que grande parte se encontra superlotado com seus afazeres do cotidiano não transmitindo tal ensinamento.
Nessa perspectiva, os jovens não conseguem se policiar, sendo que, muitas vezes, nem compreendem que podem ser prejudicados com o próprio ato. Consequentemente, dando credibilidade a frase do filósofo contemporâneo Zygmunt Bauman “As redes sociais são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha”. Como resultado, passam a ser vítimas de doenças mentais e físicas, como exemplo, a obesidade, já que por se encontrarem viciados, não conseguem trocar tal ato pelos afazeres básicos e necessários aos seres humanos.
Depreende-se, portanto, a necessidade do Estado tomar providências para reverter o quadro atual. Dessa forma, urge que o governo em parceria com o poder executivo promovam palestras elucidativas em auditórios públicos para pais e responsáveis, demonstrando a necessidade da imposição de um limite no uso da tecnologia. Outrossim, publicações feitas no instagram no Ministério da Saúde com dados estatísticos das doenças causadas pelo vício, para que assim, haja uma orientação para a população á respeito do óbice em questão.