Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 03/10/2019
No século 350 a.C,Aristóteles foi reconhecido por determinar que a ética está intrínseca à felicidade e,para alcançá-lá, era preciso encontrar a justa medida nas práticas operadas. Entretanto, com o advento da Revolução Industrial e ,posteriormente, a internet, é possível observar a obsessão da sociedade com aparelhos tecnológicos, o que culmina em inúmeros danos sociais e pessoais. Desse modo, torna-se necessária a análise dos fatos que levam a essa problemática.
De acordo com a plataforma Hootsuit, o Brasil é o segundo país que mais utiliza a internet e a média diária de conexão é de aproximadamente dez horas, estando atrás somente das Filipinas. Isso se dá devido à sensação de alívio e segurança que a internet oferece, sendo utilizada como refúgio para pessoas que possuem problemas como timidez excessiva e depressão,impedindo a liberdade mental do indivíduo.
Ademais, é válido ressaltar que a questão da dependência da internet é responsável por causar e agravar doenças mentais, como ansiedade e depressão,uma vez que o indivíduo se torna instável emocionalmente quando não possui acesso a rede e privilegia relações virtuais acima das relações interpessoais. Em consequência disso, faz-se indispensável o maior número de pessoas habilitadas como psiquiatras disponíveis para que esses fatores não permaneçam presentes.
Em virtude dos fatos mencionados, cabe ao Ministério da Saúde aumentar a quantidade de especialistas como psicólogos nos postos de saúde, ampliando verbas com o intuito de preservar a autonomia do cidadão perante a esse vício eminente. Além disso, o Ministério da Cidadania deve promover propagandas e palestras para fomentar o conhecimento da população através de meios de comunicação como internet e televisão, a fim de garantir a harmonia social e seguir os preceitos apresentados por Aristóteles.