Transfobia em debate no Brasil
Enviada em 13/08/2019
O passado deixou marcas incontestáveis no que tange a discriminação e perseguição das minorias. Nesse âmbito, pode-se citar, o colonialismo, a ditadura e a segunda Guerra Mundial. Esse ínterim, refere-se ao senso de superioridade e de hegemonia que eram presentes em muitos. De forma análoga, é essencial uma discussão a respeito da segregação e das disparidades relacionadas aos transsexuais no Brasil.
A priori, é essencial relatar essa camada social “padece” por falta de direitos básicos como saúde, educação e trabalho, além de presenciarem ameaças a própria vida. Assim, é imprescindível citar que a maioria dos travestis não frequentam o atendimento de saúde de forma regular. Nesse contexto, segundo dados da união nacional LGBT o tempo médio de vida de uma pessoa trans no Brasil é de apenas 35 anos. Destarte, o número de assassinatos dessas pessoas é preocupante, segundo a Ong estrangeira Transgender Europe, o Brasil é o país que mais “mata” transsexuais no mundo. Nesse viés, o preconceito e a falta de empatia para com essa comunidade contribui para o número de mortes desses indivíduos.
Outrossim, a disforia de gênero é vista por muitos como algo abominável desde a infância até a vida adulta, visto que indivíduos que têm esse comportamento têm dificuldadades de concluir a educação básica. Por outro lado, o mercado de trabalho também representa um impasse para eles, pois, são vistos como inferiores e incapacitados para tal função. Neste meio, é essencial citar que segundo o portal de notícias G1, cerca de 90% desses indivíduos veem a prostituição como forma de sustento.
Portanto é notória as dificuldades enfrentadas por essas pessoas. Urge que o Ministério da Saúde melhore o atendimeto à essa comunidade. E também, o Ministério da justiça deve “protegê-los”. Por meio de punições a quem ferir os direitos dos mesmos. Além disso, as telecomunicações e suas ferramentas, bem como as redes sociais, devem divulgar anúncios que informem as disparidades sofridas pelos trans. Assim, esses indivíduos poderão ter oportunidades de trabalho, e ser respeitados.