Transfobia em debate no Brasil
Enviada em 04/02/2019
Na operação da matemática básica, a divisão de algarismos por qualquer número visa nunca deixar resto para que seja uma resolução exata, entretanto, quando deixa pode-se afirmar que este é normalmente excluído. Semelhante a esta operação básica, a sociedade por longos anos baseia-se em preceitos heteronormativos, os quais delimita os ideais de gêneros em uma resolução exata de feminino e masculino onde ambos não podem correlacionar-se com o sexo análogo. Desta forma, para a população LGBT, assemelha-se o citado resto que pode ocorrer na divisão da matemática básica onde aqueles que não seguem os padrões da heteronormatividade são segregados e visivelmente odiados a pontos extrema violência.
Muito difundida desde a Idade Média, a religião , principalmente a católica e evangélica, é normalmente uma dos principais alicerces para aversão com a comunidade LGBT, em contradição com a ideia disseminada pelos religiosos da necessidade de amor ao próximo no mundo. Além disto, as redes sociais auxiliam o dispersar de ameaças e repugnância contra a população em questão no qual um caso exposto pelas redes sociais que gerou comoção no Brasil pela larga crueldade foi da transexual Dandara. Morta por pedras e pauladas no Ceará em 2017, Dandara foi um dos reflexos do ódio contra a população LGBT.
Portanto, visando findar o a LGBTfobia, faz-se necessário que o Poder Legislativo instaure leis que insiram a educação sexual e de gênero nas escolas a partir de politicas publicas e palestras e atividades dinâmicas para expandir a relação de respeito com a sexualidade alheia visando garantir a redução do ódio. Além disto, as igrejas mobilizar-se e conscientizar a população religiosa e ao mesmo tempo preconceituosa sobre o significado de amor ao próximo por apoio a comunidade homoafetiva e inserção destes nos âmbitos religiosos visando uma sociedade inclusiva sem a segregação do resto de uma divisão que nunca será exata.