Tráfico de pessoas: os desafios do combate na sociedade brasileira
Enviada em 19/03/2024
Em condenação com a Declaração Universal dos Direitos Humanos - (DUDH) - “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. No entanto, observa-se que o mercado de gente em solo brasileiro vai de contraponto a esse direito essencial. Desse jeito, analisa-se que os principais fatores para a consolidação da problemática são a desinformação da população sobre o assunto e a não fiscalização de órgãos governamentais em estabelecimentos suspeitos.
Sob a perspectiva que grande parte da população não sabe como ocorre o tráfico de pessoas, eles não conhecem as formas que podem os deixar expostos a esse crime. Neste contexto, nota-se que o conhecimento sobre propostas de emprego em uma localidade distante da do indivíduo ou vantagens fantasiosas podem ser indícios de uma tentativa criminosa. Logo, verifica-se que ao comunicar a sociedade sobre os meios que antecedem o crime pode servir de anteparo para evitar essa tragédia.
Ademais, sabendo que os órgãos fiscais não fiscalizam estabelecimentos e obras com número de trabalhadores pequenos favorecem o problema. Nesse viés, entende-se que casas noturnas, obras rurais e terrenos baldios devem ser olhados com mais cautela e frequência. Desse modo, dificultando essa prática ilegal nesses lugares em que isso ocorre com mais intensidade.
Portanto, contata-se que o tráfico humano se faz presente na população brasileira. Logo, far-se-á necessário que o governo - extensão governamental de políticas públicas - promovam projetos de fiscalização mediante envio de força tarefa policial a locais similares aos que sofrem denúncias desse crime com o fito de erradicar o mercado de gente em território brasileiro e assim cumprir o que consta na DUDH.