Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 29/10/2022
O tabagismo é uma doença epidêmica ligada à dependência química de produtos à base de nicotina. Nesse contexto, é possível analisar os infelizes problemas causados por esta doença, que, além de possuir uma mortandade gigante, adoece não só o usuário, mas também os familiares e representa um grande gasto para a saúde pública.
Primeiramente, é válido ressaltar que o tabagismo, além de adoecer o usuário, de forma irresponsável, afeta também toda a saúde familiar e de pessoas próximas pelo tabagismo passivo, que consiste na inalação dá fumaça, com inúmeras substâncias tóxicas. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), as crianças e bebês são os mais afetados por esse processo, e, ficam a mercê das consequências do vício de um adulto, consequências essas que consistem no desenvolvimento de doenças respiratórias, coronárias e cancêres.
Além disso, o adoecimento dá população pelo tabagismo, pode ser visto como uma verdadeira chacina. Pois, consoante com o INCA, aproximandamente, 162 mil brasileiros morrem por ano em decorrência de doenças ligadas ao tabagismo, ativo ou passivo. Esses números, mostram o quão nocivo é o ato de fumar para toda uma sociedade, já este ultrapassa os limites individuais e afeta todo o coletivo. Ademais, o sistema público de saúde gasta, em média, 125 bilhões de reais, de acordo com o INCA, dinheiro este que poderia ser destinado ao tratamento de outras doenças, caso o tabagismo fosse reduzido entre a população brasileira.
Portanto, a fim de reduzir os problemas causados pelo tabagismo, o Estado, por meio de escolas públicas e privadas, deve promover projetos que conscientizem a população sobre os malefícios de fumar e suas consequências. Para que, dessa maneira, diminua à altissíma taxa de morte de brasileiros por esta epidemia. Adicionalmente, o Estado, deve ampliar a oferta de tratamentos aos fumantes que desejam parar de fumar.