Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 12/10/2022

No Brasil, no início do século XVI, os primeiros portugueses a desembarcarem no país, encontraram o cultivo de tabaco em quase todas as tribos indígenas. Para os índios brasileiros, a planta possuía caráter sagrado e origem mítica. Sob essa ótica, tal panorama promoveu um mau vício entre os jovens e adultos na atualidade. Contudo, nota-se que essa realidade impôs novos desafios à sociedade atual sobre como combater a dependência que trazem esses malefícios à saúde. Dessa forma, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: Doenças como a tuberculose e o câncer de pulmão.

Diante desse cenário, a tuberculose acentua o óbice. O Relatório Mundial da Tuberculose 2019, da Organização Mundial da Saúde (OMS), relata que aproxima-damente 10 milhões de casos de tuberculose são registrados todos os anos no mundo. Sendo assim, na atualidade, percebe-se os grandes riscos que este trago traz à saúde humana, desenvolvendo esta doença fatal, prejudicando não só a si mesmo, mas também, a todos ao seu redor. Doença infecciosa como essa que é causada através do espirro ou de tosse.

Ademais, é válido destacar também o tabagismo como promotora do problema. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, a doença foi responsável por 28.620 mortes em 2020, e também, no fim do século XX, o câncer de pulmão se tornou uma das principais causas de morte evitáveis. Logo, o tabagismo e a expo-sição passiva ao tabaco são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão. Em síntese, o óbice precisa de medidas para ser revertido.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar esse impasse. Cabe ao Ministé-rio da Saúde, órgão responsável pela a saúde pública do país, realizar ações no ter-ritório nacional, por meio de alocações de agentes da saúde aos espaços públicos para as pessoas que estão fazendo o uso indevido do tabaco e prejudicando sua saúde e a de todos ao seu redor, trazendo doenças maléficas e fatais. Além disso, as mídias sociais podem por meio de propagandas elaborarem anúncios sobre o combate ao tabagismo, para que assim, possa diminuir todos os dias os número de riscos que este mal traz a toda a sociedade.