Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 28/09/2022
Segundo Thomas Hobbes é dever do Estado exercer poder com a finalidade de coibir os males da sociedade. No entanto, existem ainda certas práticas que são prejudiciais à saúde dos indivíduos e que precisam ser superadas como é caso do tabagismo. Dentre tantos fatores que desencadeiam essa problemática destacam-se o livre acesso ao mercado do tabaco e as doenças originadas desses produtos químicos.
Diante desse cenário, percebe-se que a ausência de fiscalização adequada corrobora para a entrada de produtos químicos à base de tabaco ao Brasil. O mercado ilegal de cigarros provém de duas fontes: ou é produzido por empresas brasileiras de pequeno porte, a maioria delas envolvidas em práticas de evasão fiscal; ou chega principalmente do Paraguai, via contrabando. Nesse sentido, o comércio ilícito agrava o problema de saúde pública, pois os baixos preços dos cigarros ilegais minam os efeitos das políticas públicas no enfrentamento dessa temática.
Ademais, vale ressaltar que o tabagismo causa inúmeras doenças aos indivíduos consumidores como enfisema pulmonar, impotência sexual, bronquite, entre outros. O hábito fumar, muitas vezes, é influenciado principalmente, pela publicidade do cigarro nos meios de comunicação, embora esse tipo de propaganda é proibido no Brasil. Assim sendo, esses produtos químicos geram sensação de prazer aos cidadãos, e consequentemente acabam se tornando um vício para os fumantes.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar essa problemática. Logo, cabe ao Ministério da Educação instituir nas escolas, o ensino acerca dos efeitos do uso do cigarro e a suas consequências para a população, sendo esse um meio de conscientizar os estudantes, desde cedo, sobre os males do tabagismo através de esferas biológicas e sociológicas. Dessa forma, pode-se construir uma sociedade livre dos produtos fumígenos e ter melhores perspectivas de vida.