Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/09/2022

Joe Camel foi um personagem ficcional que apareceu em propagandas de cigarro nas TV estadunidenses nos anos 80 e 90, romantizando o ato de fumar criando essa ideia pretensiosa nas crianças e adolescentes para se tornarem futuros fumantes. Por mais que os anúncios dessa marca tenham saído de circulação em menos de 10 anos, a imagem de que cigarros são positivos e até mesmo saudáveis já haviam sido vendidas por inúmeras outras empresas.

É importante ressaltar, em primeiro plano, que por mais que campanhas de conscientização nas escolas, como o PROERD, ensinem sobre os problemas que são enfrentados ao se tornar um fumante, elas não são levadas a sério pelos estudantes por causa da conexão pobre a escola exerce mentalmente com o aluno. por outro lado, a mídia, em forma de músicas por exemplo, romantiza o uso de cigarros e, por esta estar mais socialmente correlacionada com a vida dos jovens, acaba por ter uma influência maior quando comparada com as ações de conscientização escolares.

Ademais, é fundamental apontar a circulação de informações falsas sobre os malefícios do uso prolongado dessas drogas, em especial uma forma de tabagismo recente o “cigarro eletrônico” ou “Vape”, que atualmente tem tomado o mercado por prometer ser menos maléfico e por estar constantemente presente em festas. Diante de tal exposto pode-se apontar que cada vez mais jovens tem contato com essas substancias e se tornam dependentes dela. Logo, é inadmissível que os futuros administradores do país continuem a viver nesse cenário degradante.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Departamento de Polícia Federal (DPF), por intermédio de uma reforma nas campanhas atuais de conscientizações escolares, crie uma abordagem mais amistosa e centrada nas comunicações juvenis atuais, com o objetivo de persuadir uma quantidade maior de estudantes a não entrarem em contato com essas drogas, além de uma crucial necessidade de desmascarar as informações falsas em relação ao uso de substancias tão prejudiciais à saúde.