Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 22/09/2022
Vícios que podem matar
“O importante não é viver, mas viver bem.” A afirmação do filósofo grego Platão, representa claramente os problemas e consequências do tabagismo no século XXI, uma vez que as pessoas estão condicionadas a viver com os vícios que as destroem e impactam toda a sociedade por quererem viver sem prezar as consequências de seus atos. Indubitavelmente, percebe-se que esse cenário desencadeia o desenvolvimento de doenças e aumento dos gastos com o sistema de saúde pública. Nesse sentido, é fundamental discutir essa problemática a fim de um pleno funcionamento da coletividade.
A princípio, convém pontuar as graves doenças desenvolvidas no corpo humano a partir do hábito de fumar. De acordo com o Instituto de Efetividade Clínica e Sanitária, as mortes resultantes do tabagismo mais comuns correspondem às doenças pulmonares, cardíacas, cânceres e acidente vascular cerebral. Ainda, não são apenas os fumantes que podem ser afetados, as pessoas que são expostas a fumaça também podem desencadear essas doenças. Ou seja, ao fumar uma pessoa coloca em risco sua saúde e a do próximo, trazendo consequências devastadoras por seu vício, que podem levar à morte. Fica clara, então, a urgência de mitigar essa adversidade para evitar que vícios tenham como consequência o aumento de enfermidades.
Por conseguinte, vale ressaltar o aumento dos gastos com o sistema de saúde advindos da dependência do consumo de nicotina. Sob esse viés, o Instituto Nacional de Câncer contabilizou que cerca de 428 brasileiros morrem a cada dia como consequência do tabagismo e suas despesas médicas somam cerca de R$ 57 bilhões por ano. Isto é, além dos problemas físicos que acometem a população, é necessário mais investimentos para cuidar das enfermidades causadas pelo hábito perigoso de fumar. Em razão disso, faz-se necessária a educação do corpo social no que se refere ao uso de cigarros para não sobrecarregar o sistema de saúde.