Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 09/03/2021

Desde da chegada do homem branco à América, o tabaco já era utilizado pelos índios em seus rituais religiosos e nas suas confraternizações. Hoje, o consumo de tabaco que antes era símbolo de status se tornou sinônimo de condenação para a saúde humana, mesmo assim o uso cresceu e acabou atingindo mais um grupo social: os jovens. O uso entre eles têm sido cada vez mais frequente e normalizado pela sociedade brasileira.

Diante disso, o tabagismo se tornou entre os jovens algo glamouroso. Visto como algo popular e legal , principalmente por filmes, músicas, séries e outros meios. Despertou curiosidade e por falta de informações sobre seus malefícios continuou propagando-se entre as ruas. Assim, como já dizia o filósofo e escritor espanhol Adolfo Vasquez, o aumento da frequência de um determinado evento ocasionaria sua naturalização. Como qualquer uso químico, o tabaco faz mal ao jovem, mesmo assim tal fenômeno é visto com normalidade e indiferença no Brasil.

Além disso, tanto na sociedade quanto na ficção a normalização do fumo é frequente. A família não orienta os adolescentes dos malefícios do tabaco, havendo até lares em que o uso é mostrado ou até oferecido ao jovem. Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente, como afirma Jiddu Krishnamurti, filósofo, escritor e educador indiano. Fica evidente, portanto, há a necessidade de políticas públicas para combater a adesão dos jovens ao tabagismo no Brasil. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com os postos de saúde dos municípios, promover campanhas socioeducativas a respeito do combate ao fumo, que seriam realizadas por meio de palestras nas instituições de ensino.

Outrossim, mídias tanto televisivas quanto sociais, devem promover ações, por meio de filmes, telenovelas ou eventos que retratem essa problemática do tabagismo no século XXI, a fim de desestimular o tabagismo cada vez mais.