Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 07/12/2020
A obra “o grito”, do pintor norueguês Edvard Munch, retrata uma figura em um profundo momento de desespero e preocupação. De maneira análoga à obra expressionista, tal situação de desconforto também se faz presente no atual cenário brasileiro, já que parte do tecido social sofre com os problemas do tabagismo. Nesse sentido, a dependência à nicotina e a publicidade indireta contribuem para a persistência desse cenário negativo.
Em primeiro lugar, deve-se ressaltar o vício à nicotina, pois é uma substância psicoativa, ou seja, produz sensação de prazer que faz o usuário ficar dependente a ela. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável. Dessa forma, a dependência ao tabaco torna o uso de cigarros preocupante, uma vez que é difícil parar com o hábito compulsivo de fumar.
Outrossim, é imperativo postular a publicidade indireta como agravante da problemática supracitada, haja vista que ela está presente diariamente na vida dos brasileiros, como nos filmes, grupo de amigos e na família. De acordo com o filósofo John Locke, a influência do exemplo é penetrantíssimo na alma. Dessa maneira, algumas vezes cria-se um retrato de que fumar é legal, descolado e contemporâneo, mas se esquecem das consequências prejudiciais à saúde.
Verifica-se, então, a necessidade de medidas para atenuar os problemas relacionados ao uso do tabaco. Dessarte, as empresas cinematográficas, responsáveis pela criação de filmes e séries, devem contribuir socialmente com o objetivo de solucionar os desafios presentes, por meio da elaboração de cenas nas obras audiovisuais que alertam sobre as consequências sofridas ao fumar, como o vício à nicotina. Nesse sentido, outra imagem seria criada do tabagismo, de modo que influenciaria as pessoas a ficarem distantes desse produto