Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 02/12/2020

No filme brasileiro “É Proibido Fumar”, um protagonista Baby se dispõe de uma luta contra seu vício compulsivo por cigarro. Infelizmente, fora da ficção, o tabagismo no século XXI é um problema. Nesse sentido, a falta de promover o assunto para a sala de aula e a ausência de fiscalização das variantes da nicotina são as principais causas da problemática.

Primeiramente, há uma falha nas escolas por não dialogarem com os alunos à respeito do cigarro. Segundo Immanuel Kant, filósofo da era moderna, o ser humano é o resultado que a educação faz dele. Desse modo, a rede de ensino necessita de que esse assunto seja tratado nas salas de aulas, contendo informações e conhecimentos, para utilizar os alunos sobre os malefícios do uso do tabaco a curto e longo prazo, além de garantir e prevenir que esses jovens não utilizam-nos.

Ademais, outra causa latente é a vacuidade de agentes fiscalizadores. De acordo com o artigo 196 da Constituição Cidadã de 1988, é dever do Estado promover economicamente a redução de riscos a doenças. Entretanto, na prática, o Governo não investe em servidores que fazem o supervisão do comércio dos derivados da nicotina, como cigarros eletrônicos e vaporizadores, o que contribui para a circulação e o acesso a esses produtos.

Portanto, é preciso medidas exequíveis para resolver esse impasse. Logo, cabe ao Ministério da Educação, por meio de programas educacionais escolares, promover atividades e palestras sobre o tabaco e suas variedades. Assim, essas práticas ocorrerão no período extraclasse, com a orientação de um professor capacitado para cada faixa etária dos alunos. Além disso, os alunos terão outras tarefas para casa com o objetivo de serem realizadas com os responsáveis. Nessa lógica, o intuito dessa proposta é informar as pessoas sobre os males dessas substâncias e diminuir gradativamente o consumo de nicotina. Feito isso, o Brasil poderá superar a questão do tabagismo.