Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/11/2020
O início do século XX, fumar era considerado tendência para a população que possuía um alto poder econômico, demonstração de luxo e riqueza, não tão raro de ver-se nos filmes norte-americanos na indústria do cinema glamoroso de Hollywood. Porém, esse ato tornou-se um hábito para as demais camadas sociais que acarretou em um entrave nas sociedades menos favorecidas, devido à falta de informações sobre a causa e as reações do manuseio do cigarro.
Anos mais tarde foi comprovado cientificamente que o uso do tabaco tinha e ainda tem efeitos negativos no sistema respiratório, cardiovascular e cerebral, o cigarro possui mais de três mil substâncias tóxicas liberadas na fumaça além da presença da nicotina causador da dependência no usuário. As consequências para o indivíduo, debilitando o seu organismo vem de acordo com a quantidade de maços fumados, é um fator de risco para vida tanto para o fumante ativo quanto o passivo que incorporam as suas toxinas.
Outrossim, as razões pelas ocorrências acontecem devido as influências em âmbitos familiares ou em grupos de amizades para ser taxado de ‘’legal’’ deve-se seguir a vontade da maioria, necessidade de chamar atenção se comportando como adulto, crenças distorcidas que associam o tabaco a ‘’melhorias’’ como emagrecimento, rendimento na concentração e relaxamento são exemplos que ilustram á alusão feita pelo filósofo Roseau na qual ‘’ O homem é o produto do meio em que vive, da sociedade e da educação’’.
Logo, é necessário que sejam tomadas medidas emergenciais, a fim da diminuição dos fumantes no Brasil. Em vista disso, cabe ao Poder Público criar uma lei, por meio do Estado, que proíba o uso do cigarro em qualquer lugar, para que seja reduzida ao máximo possível o número de usuários, reduzindo os gastos com tabaco por parte do Governo e diminuindo problemas como a impotência sexual nos homens e enfermidades cardíacas.