Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/11/2020
Na série da Netflix “Emily in Paris”, aborda a vida de Emily em contato com a cultura parisiense. No decorrer do longa, mostra o hábito cotidiano e cultural do uso discriminado do cigarro, os personagens utilizam o tabaco como parte intrínseca ao dia a dia e como forma de socialização. Não distante da ficção, o tabagismo ainda é algo presente hodierno, consequentemente devido aos novos derivados do tabaco e aos novos consumidores, o que gera um aumento nas doenças causadas pelo consumo de tabaco e aumento nos gastos públicos em saúde.
Em primeiro instância, convém lembrar que apesar dos meios de informação e das campanhas de prevenção ao tabagismo ainda há negligência dos indivíduos. Isso porque, de acordo com o filósofo alemão A. Schopenhauer, o campo de visão do ser determina o seu entendimento sobre o mundo que o cerca. Ou seja, com a influência que os cerca os jovens e os novos tipos de cigarros e derivados que apresentam aromas e sabores prazerosos e atraem um público, que causa nos indivíduos uma falsa sensação de ser um produto menos tóxico e menos prejudicial à saúde. Entretanto, os tabacos antigos e os novos apresentam os mesmos compostos químicos que levam a problemas graves de saúde, como o câncer de pulmão e doenças cardiovascular.
Ainda convém lembrar, que com o aumento do público consumidor de cigarros ocorre um aumento nos gastos públicos para o tratamento de doenças acometidas pelo tabagismo. Segundo dados da revista Galileu, esses problemas de saúde custam aproximadamente 20 bilhões de reais por ano para os cofres públicos. Nesse contexto, é possível identificar que com aumento dos consumidores jovens e adultos de cigarros, os custos em saúde públicas crescem a cada ano. Logo, é necessário uma reeducação da sociedade para enfim diminuir o tabagismo no Brasil.
Portanto, é necessário que MEC em conjunto com o Ministério da Saúde, promovam fóruns educacionais, através de grupos e palestras em escolas, sobre o impacto do tabagismo na sociedade, a fim de construir jovens conscientes sobre o próprio corpo e sobre a sociedade. Esses fóruns e palestras contaria com ex-fumantes, médicos , psicólogos, e orientadores que conversaria com esses jovens através de uma linguagem simples para que os adolescentes entendesse o impacto que o tabagismo tem no corpo e no meio ambiente, por meio de verbas destinadas a saúde e educação.