Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/11/2020
No início do século XX, fumar cigarro ou tabaco em cachimbos era sinônimo de ostentação, onde só aquele que obtinha uma vida mais luxuosa o independente. Porém, isso se espalhou para as demais camadas da sociedade, como não existiam informações suficientes sobre seus efeitos as pessoas fumavam descontroladamente e não tinha restrição de venda.
Anos mais tarde, após pesquisas foi comprovado cientificamente que uso do tabaco tinha e ainda tem severas consequências, causando diversas doenças no sistema respiratório, cardiovascular e cerebral, o cigarro possui mais de três mil substâncias tóxicas liberadas na fumaça além da presença da nicotina causador da dependência no usuário.
Vale lembrar também, que desde 2011 a publicidade de cigarros foi proibida, tendo também estampado seus malefícios na embalagem, no entanto dados da pesquisa Vigitel do Ministério da Saúde, apontam que 9,8% (22 milhões) dos brasileiros ainda têm o hábito de fumar. Isto é, apesar da publicidade negativa a cultura do tabagismo se mantem em nossa sociedade. Após sete anos de campanha anti-fumo a população, já conhece os malefícios do cigarro mas não abdicar de usa-lo.
Portanto cabe ao ministério da saúde junto a mídia continuar propagando os malefícios do uso de cigarros, fazendo entrevistas e comerciais com pessoas que eram/são viciadas mostrando suas consequências e como estão fazendo para supera-las. Cabe também ao governo juntamente com o ministério da saúde criar programas para aqueles que buscam tratamento para as doenças que obtiveram por conta do vício gratuitamente.