Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/11/2020
No limiar do século XXI, o tabagismo é um dos problemas que o Brasil foi convidado a combater,tutelar e resolver. Além dos problemas gerados ao fumante, como os de saúde, o tabagismo também gera um alto custo para a saúde pública, o que afeta não so os fumantes, já que o dinheiro investido poderia ser usado em outros setores da saúde e educação.
Acabar com um vício não é uma tarefa fácil, mas se inserir nele é algo que pode ser evitado, e esse é o principal problema do tabaco, haja visto que as pessoas conhecem os riscos que essa droga pode causar e além do mais, nas caixas de cigarro por exemplo, há ilustrações bem claras sobre as consequências do mesmo. Outrossim, apesar de existir uma lei antifumo no Brasil que proíbe o ato de fumar em locais fechados ou semi abertos, pois a fumaça do cigarro pode incomodar e prejudicar as pessoas próximas em até mesmo lugares abertos.
Ainda assim, algumas pessoas decidem desafiar esse destino. Como resultância, estes indivíduos estão mais propícios a terem doenças como câncer, pneumonia, infarto e má formação do feto. “O tabaco é uma ameaça a todos”, como diz a diretora geral da OMS, Margaret Chan. “O tabaco exacerba a pobreza, reduz a produtividade econômica, afeta negativamente a escolha de alimentos consumidos pelas famílias e polui o ar interior e do meio ambiente”. Causando assim despesas na saúde e mortes, cerca de 30% das mortes decorrentes de câncer estão ligadas diretamente ao tabagismo.
Diante do exposto, é notório a urgência que medidas sejam tomadas para solucionar os impasses causados pelo tabagismo. Portanto, é importante que o Governo crie campanhas de conscientização e promova palestras periódicas nas escolas e centros dos bairros, ministrados por profissionais da saúde, direcionados ao público em geral afim de conscientizar e esclarecer os riscos que essa droga pode causar aos indivíduos ativos e passivos e à sociedade. Ademais, que aumente a fiscalização nas vendas de cigarro com o intuito de que seja evitado a venda para menores de idade e detentores de doenças crônicas. Cabe também a comunidade criar reuniões e grupos de apoio que possam ajudar aqueles que querem se ver livre desse vício mas não tem condições financeiras para se tratarem em uma clinica de reabilitação, pois como disse Oscar Wild, “O primeiro passo é o mais importante para a evolução”.