Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 01/12/2020

Das cinzas, NÃO retornarás

A sociedade contemporânea mundial, inclusive o Brasil, se formaram das cinzas dos cigarros das gerações anteriores. Há menos de três décadas atrás, a cultura do cigarro era parte do cotidiano de todos os cidadãos. Agora, mesmo com o aumento de campanhas governamentais, o tabaco - de todas as formas - ainda gera problemas graves tanto no núcleo familiar quanto para os cofres públicos.

Crianças e adolescentes que convivem convivem com fumantes no núcleo familiar, tendem a ter suas atividades cognitivas reduzidas. Isso acontece pelo fato da fumaça da combustão do tabaco, quando inalada, entra na corrente sanguínea e vai para o cérebro, dificultando o aprendizado na juventude.

Além deste problema em um pequeno espaço amostral, também existe a questão de saúde pública. De acordo com dados da Associação de Fumicultores do Brasil (AFUBRA) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a cada 3 reais arrecadados de impostos de venda de cigarros no Brasil, 7 reais são gastos pela União para tratar doenças causadas pelo tabaco anualmente.

De acordo com os dados e fatos analisados , conclui-se que há dois principais agentes que podem mudar essa realidade: a família em si e o Estado. Este último deve potencializar as companhas anti-tabaco e aumentar a taxação em cima dos cigarros vendidos. Com isso, o consumo de cigarro nos núcleos familiares irá diminuir e a arrecadação aumentará. E, diferentemente do lendário pássaro de fogo, a sociedade não retornará às cinzas como era antigamente.