Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/11/2020
Os valores culturais atribuídos ao tabagismo, geram uma sociedade baseada em ideologias errôneas sobre tal ação. Por causa do senso comum, as pessoas não tem conhecimentos sobre as consequências desse ato, ou duvidam da veracidade dos malefícios do fumo. Logo, a ação das autoridades seria de extrema importância para conscientizar a sociedade, porém a imagem em relação ao tabaco é associado à status,
a um estado de libertação e descontração. Desse modo, cria-se uma idealização ilusória em cima de uma situação seria.
Nesse contexto, pode-se evidenciar a ação da mídia que passa uma mensagem errada sobre o tabagismo, isso ocorre nos programas passados ao telespectadores que seguem essa ideologia de status, ou seja, dão características a figura do fumante como se fosse benéfico. Assim sendo, as pessoas se influenciam com essa imagem tentadora e acabam entrando nesse mundo sem saber dos grandes malefícios que o fumo trás. Prova disso, é o dado fornecido pela a Organização Mundial da Saúde, que afirma como principal fator das mortes respiratórias, o fumo.
Além disso, a área da saúde gasta grande parte do capital em cuidados com os problemas dessa ação, mas não tem retorno, afetando diretamente a economia. Então, o tabagismo prejudica um todo, pois um fumante afeta não só a si mesmo, mas gera consequências na economia, no meio ambiente, e até mesmo aos não fumantes que acabam se contaminando com um ato ruim do próximo. Segundo Mahatma Gandhi “O futuro depende do que fazemos no presente”, ou seja, cabe a sociedade se informar para mudar essa problemática.
Portanto, uma intervenção se faz necessária para mudar os falsos valores atribuídos ao tabagismo. Primeiramente, o Ministério da Saúde deve atestar programas de prevenção, através de divulgações apoiadas pela mídia, das consequências do fumo, e por meio de campanhas publicitarias as informações chegarão para todos. Assim, os problemas relacionados ao tabagismo serão resolvidos.