Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 02/12/2020
Durante o período colonial, os jesuítas observaram um hábito preponderante entre os índios americanos: o consumo de tabaco, na época a igreja aboliu tal prática associando-a ao satanismo. Fora do contexto histórico, o número de fumantes têm diminuído no Brasil ao longo das décadas, contudo, é imprescindível que o Estado atente-se a atração do jovens pelo tabagismo, uma vez que o cigarro oferece perigos a saúde aos usuário.
A priori, cabe salientar que, a adolescência é a fase na qual os indivíduos desenvolvem o autoconhecimento a partir de novas vivências, por isso ficam mais vulneráveis ao tabagismo. De acordo com o Ministério da Saúde cerca de 1,8 milhões de jovens brasileiros, entre 12 e 17 anos, já experimentaram cigarro. Nesse sentido, tal índice é preocupante, visto que o contato com o cigarro pode estimular o aumento no número dependente dessa droga. Logo, é imprescindível que o governo atue de maneira mais eficaz, com o intuito de alertar os mais novos sobre os perigos do consumo de tabaco.
Em segundo plano, vale ressaltar que o uso de tabaco aumenta, significativamente, o risco diversos tipos de câncer. Isso porque, segundo a revista, norte americana, Sciencie o tabaco ocasiona mutações no DNA de todas as células do corpo, fator que, por conseguinte, pode causar problemas na replicação e gera tumores malignos. Sob tal ótica, é imprescindível apontar que o combate severo ao tabagismo, sobretudo no governo de Fernando Henrique Cardoso, foi eficaz para diminuir o número de fumantes do país, visto que de acordo com uma relação da Organização Mundial da Nações da Saúde o Brasil está entre os países que possuem o menor número de fumantes. Todavia, ainda que os adeptos ao vício tenham diminuído drasticamente, as campanhas contra o consumo dessa droga precisam continuar, sobretudo no que diz respeito a adesão de adolescentes ao tabagismo. ]
Destarte, os desafios do consumo de tabaco é necessário que os Ministérios da Saúde e Educação atuem em parceria, a fim de conscientizar a população, em especial os jovens, sobre as consequências do tabagismo. Para isso as escolas devem promover uma anualmente uma semana de luta contra o tabagismo, nela médicos serão contratados para palestrar sobre as consequências salutares do cigarro, além disso, o espaço deve ser aberto para que ex-viciados prestem depoimentos, bem como façam apelo aos jovens para que não experimentem, já visto que o contato aumenta predisposição ao vício. Dessa maneira, o Estado conseguirá garantir a conscientização desse indivíduos e, assim, prevenir as problemas gerados pelo tabaco.