Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 25/10/2020
Durante boa parte do século XX, o hábito de fumar era considerado charmoso e elegante. A propaganda, que era permitida na época, ajudava na estimulação do uso do cigarro. Porém, na década de 90, estudos começaram a indicar que o fumo poderia causar sérios problemas, como câncer, problemas cardíacos, morte, dependência química por conta da nicotina, além de também prejudicar a saúde de fumantes passivos. Mas, mesmo com as pesquisas e a proibição das propagandas, o fumo continua sendo um hábito comum nos dias de hoje.
Primeiramente, é importante falar que o cigarro apresenta mais de 4.000 substâncias tóxicas. Dentre elas, podemos citar a nicotina, que é a droga responsável pela dependência química que os fumantes apresentam. O cigarro é responsável pela morte de milhões de pessoas ao redor do mundo e, também, causa diversos problemas de saúde como: câncer, doenças cardíacas, pneumonia, acidente vascular cerebral (AVC), entre outros.
Além disso, o cigarro não traz problemas apenas para os fumantes. Os “fumantes passivos”, que são as pessoas que não fumam mas entram em contato com a fumaça do cigarro por meio de outras pessoas, têm um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração do que os não-fumantes que não se expõem.
Portanto, medidas precisam ser tomadas para alterar esse cenário. É fundamental a intervenção do Estado junto com o ministério da Saúde, para a construção de clínicas de apoio, por meio de palestras de ex-usuários e aconselhamento médico associado a terapia medicamentosa. Ademais ,fica a dever da mídia realizar propagandas, afim de abordar as consequências do fumo e dependência da nicotina no organismo de quem fuma. Com isso, espera-se reduzir o número da tal prática e o aumento da perspectiva de vida em toda sociedade.