Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 25/10/2020
Desde o século XV, o tabagismo está presente na sociedade, o qual era utilizado por tribos indígenas. Porém, ao longo do tempo, ele tem sido consumido de diferentes formas e passou a gerar dependência aos usuários devido à presença de nicotina. Com isso, como consequência, foi descoberta a relação entre o tabagismo e o surgimento de graves enfermidades. Sendo assim, segundo a OMS, o tabagismo deve ser considerado uma pandemia e precisa ser combatido.
Em primeira análise, cabe destacar que o uso do tabaco é um dos maiores problemas de saúde pública em todo o mundo. Segundo a OMS, estima-se que cerca de 157 mil pessoas morram por ano precocemente, visto que, ao decorrer do tempo, diversas doenças são causadas, principalmente o câncer. Dessa forma, conclui-se que é necessário uma maior discussão a respeito do combate a essa problemática.
Em segunda análise, vale ressaltar que os indivíduos não fumantes, ou seja, passivos, também sofrem consequências devido à inalação da fumaça do tabaco. De acordo com a OMS, aproximadamente 2 bilhões de pessoas formam o grupo dos fumantes passivos, os quais possuem 30% de chance a mais de desenvolver câncer de pulmão. Assim, visto que os malefícios não são causados somente aos usuários, é fundamental uma elevada mobilização em relação ao tabagismo.
Portanto, é essencial que medidas sejam realizadas. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde, mediante utilização das verbas, promover campanhas educativas executadas por especialistas no assunto, a fim de evidenciar as más consequências geradas pelo tabagismo, de modo a conscientizar a população a respeito do uso das drogas. Ademais, cabe ao Governo Municipal realizar vistorias em estabelecimentos comerciais, por meio de fiscais da vigilância sanitária para averiguar o cumprimento das normas de antifumo, a fim de proteger a saúde dos não fumantes. Somente assim, será possível combater o tabagismo.