Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 26/10/2020
É de conhecimento geral a proporção que o tabagismo tomou nos últimos anos e os riscos que ele proporciona aos usuários, tendo em conta todos os elementos químicos e tóxicos contidos em apenas um cigarro. É difícil encontrar uma razão para o uso continuo do tabaco mesmo com a população ciente dos danos causados.
Antes de mais nada, deve-se ter em vista que o princípio ativo do tabaco é a Nicotina, um droga psicoativa que causa dependência, com uma taxa de 32% comparada a dependência de outras drogas. Apesar de ser extremamente prejudicial a saúde, pesquisas comprovaram que o uso melhora a cognição, memória, atenção e humor, além de reduzir a ansiedade.
Por certo, os prejuízos não são apenas para usuários, afinal, a exposição involuntária à fumaça do tabaco pode provocar desde reações alérgicas, como rinite, tosse e conjuntivite, até o aumento de 30% do risco de câncer de pulmão, 24% de infarto e o de várias outras doenças relacionadas ao fumo.
Em síntese, o tratamento contra o tabagismo conta com a terapia de reposição de nicotina (adesivo transdérmico e goma de mascar) e o cloridrato de bupropiona, que são disponibilizados pelo Ministério da Saúde na rede do SUS. Ademais, campanhas contra o tabagismo devem ser realizadas, não só em postos de saúde, mas em lugares com elevado número de pessoas, para informar os demais.